domingo, 22 de abril de 2018

ABRIL - Mês da Prevenção dos maus tratos na Infância

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Ordem dos enfermeiros 


Em Abril é comemorado o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos Infantis.

Tudo começou em 1989, quando surgiu o “Movimento do Laço Azul”, criado por Bonnie W. Finney. Os seus netos eram vítimas de maus-tratos por parte da mãe e do companheiro desta. Em forma de protesto e, no sentido de evidenciar a sua dor, Bonnie atou um laço azul à antena do seu carro.
A cor do laço azul simboliza os corpos magoados e repletos de nódoas negras dos seus netos.

Esta comemoração tem como principal objectivo promover uma maior consciencialização sobre esta temática, que é considerada como um grave problema de saúde pública, quer pela sua dimensão, quer pelas suas consequências a curto, médio e a longo prazo.
"A melhor forma de tratar o problema é impedir que aconteça"!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Testemunho dos pais do Rafael

Vimos desta forma desejar a toda a Equipa de Neonatologia um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

Aproveitamos para agradecer tudo o que fizeram pelo nosso Rafael. Sem o vosso empenho, dedicação e especial carinho, tudo teria sido mais difícil!
A todas vós, um bem hajam !!! 

Boas Festas


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Risco infeccioso - rastreio séptico e terapêutica

Rastreio séptico:
Chama-se rastreio séptico ao conjunto de exames laboratoriais que auxiliam no diagnóstico precoce de sépsis neonatal. A sua importância está na capacidade em detetar a doença numa fase precoce, ainda assintomática ou pouco sintomática.
A ausência de sinais e sintomas exclui sépsis mas não a infeção e a bacteriémia pode existir na ausência de sinais clínicos.

Terapêutica:
Quando o risco infeccioso é elevado está indicado iniciar antibioterapia.
 Os agentes mais frequentes de sépsis precoce em Portugal são o SBG e a E.coli. Assim sendo, os recém-nascidos com risco infeccioso bacteriano perinatal com indicação para iniciar antibióticos, deve ser medicado com ampicilina e gentamicina. Se houver história de infeções urinárias maternas por E.coli resistentes à ampicilina, pode-se iniciar cefuroxime em vez de ampicilina. Se a hemocultura for negativa e não houver sinais clínicos nem laboratoriais de infeção, os antibióticos devem ser suspensos.  


     - Caso ainda tenha dúvidas e para mais esclarecimentos fale com um profissional de saúde.

                                            

Referências Bibliográficas
ü  Sociedade Portuguesa de Neonatologia. (2014). Procedimento no recém-nascido com risco infeccioso. Disponível em: http://www.lusoneonatologia.com/site/upload/consensos/2014-Risco_infeccioso.pdf


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Risco Infeccioso - Fatores de risco

Fatores de risco:
A)  Idade gestacional:
O sistema imunitário é mais prematuro quanto menor for a idade gestacional, o que aumenta a susceptilidade à infecção. A passagem de anticorpos maternos transplacentar ocorre na fase final da gestação, limitando a capacidade de resposta do recém-nascido pré-termo às infeções.
Considera-se o parto de pré-termo, o maior fator de risco para o desenvolvimento de sépsis precoce por E.coli.

B)  Corioamnionite:
Na presença de infecção intra-amniótica pode ocorrer infecção fetal através da inalação e deglutição do líquido amniótico infectado, ou a infecção ocorrer horas ou dias após o nascimento por invasão sistémica de microrganismos patogénicos que colonizam a pele e as mucosas do recém-nascido.
A febre materna é a manifestação clínica mais frequente e o critério clínico mais relacionado com o diagnóstico de corioamnionite. O risco de sépsis no recém-nascido é tanto maior quanto mais elevada for a temperatura materna.

C)  Mãe com infeção bacteriana sistémica:
A transmissão de bactérias transplacentar é uma via de infecção neonatal e por isso, a presença de bacteriémia na mãe aumenta a probabilidade de sépsis precoce.

D)  Rotura de membranas:
As membranas fetais formam uma barreira para os microrganismos que colonizam o aparelho genital materno. A rotura de membranas favorece a colonização da placenta e dos tecidos fetais, cuja as consequências para o feto, dependem do microrganismo e da sua função imunológica, sendo por isso a rotura prolongada de membranas, um fator de risco para sépsis precoce no recém-nascido.

E)  Colonização materna pelo SBG (streptococcus do grupo B):
Os estudos têm demonstrado que portadoras de SGB aumenta o risco de sépsis precoce. Após a implementação do rastreio universal de SGB às grávidas e da profilaxia antibiótica intraparto, hove uma redução da sépsis neonatal precoce, embora continue a ser um dos mais frequentes. Se uma gávida estiver colonizada pelo SGB, a probabilidade do recém-nascido desenvolver sépsis, aumenta de acordo com a presença de outros factores de risco. A história anterior de um filho com sépsis precoce por SGB no período neonatal constitui um fator de risco para a sépsis numa gravidez subsequente.

F)  Outros fatores de risco intra-parto:
Consideram-se que todos os procedimentos obstétricos invasivos que facilitam a ascensão dos microrganismos ou que rompam as membranas da bolsa amniótica favorece  o risco de sépsis neonatal.
Em caso de gravidez gemelar, a presença de sépsis neonatal precoce num dos gémeos é considerado um forte fator de risco séptico para o gémeo ainda assintomático.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

Risco infeccioso

O que significa?
A sépsis no recém-nascido caracteriza-se por sinais e sintomas inespecíficos, que ocorrem em consequência de uma infecção sistémica por um microrganismo patogénico. A sépsis precoce é causada por microrganismos que colonizam o canal do parto e manifesta-se nas primeiras 72 horas de vida.

O streptococcus do grupo B (SGB) continua a ser o principal causador de sépsis precoce no recém-nascido de termo e a E.coli no recém-nascido de pré-termo.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Testemunho dos pais da Maria Leonor

Ola sou a Maria Leonor, a bolsa da minha mama rebentou as 29 semanas no dia 19 de julho as 5:30h da manha, ficou internada 1 semana no H. Garcia de Orta e inicialmente por risco de infeção, vindo se a confirmar que a infeção estava a diminuir mas eu já não tinha liquido amniótico suficiente então nasci de 30 +1 s, nasci com 1,610kg e 40.5 cm, fiquei uma semana nos cuidados intensivos e 1 mês nos cuidados intermédios 1 semana no Garcia d' Orta e as restantes na UCEN do Hospital de setúbal. No Garcia d' Orta recebe mos a noticia de uma má formação no pulmão mas após fazer exames ficamos a saber que a bolha esta a diminuir sozinha não sendo necessário uma intervenção cirúrgica , soube também que tinha um sopro no coração mas após a doutora analisar o meu coraçãozinho disse que desaparecia sozinho, ao fim de 1 mês e 1 semana tive alta da neonatologia de setúbal e hoje já estou em casa junto dos meus papás a crescer saudável e linda .
Obrigado a todas as enfermeiras e a todos os doutores que me viram e cuidaram de mim para eu ser a menina saudável que sou hoje, com quase 1 mês e meio estou com 2640kg e 46 cm.