sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Capacidade do recém nascido para receber informação (continuação)
Audição
É ainda na vida uterina que o Recém nascido tem a sua primeira experiência sensorial auditiva, sensivelmente a partir da 26ªsemana de gestação.
• Após este momento, o recém nascido tem a capacidade de reconhecer diferentes frequências sonoras.
• Sabe-se ainda que o bebé que tenha ouvido certas músicas ou sons durante a gestação, é capaz de reconhece-las depois do nascimento, transmitindo-lhes alguma tranquilidade. Do mesmo modo o bebé também fica mais calmo quando é colocado perto do coração da mãe, igualmente por ter sido um dos sons ao qual estava habituado e que marcaram a sua vida intra uterina.
• Assim que o bebé nasce, geralmente durante o primeiro minuto de vida, este adquire uma acuidade auditiva que é idêntica à do adulto, visto que o ouvido deixa de estar coberto por líquido amniótico.
• Os sons que são demasiado altos assustam o RN, ao qual ele responde com um aumento dos batimentos cardíacos, da frequência respiratória, movimentos da cabeça, a coloração do fáceis fica avermelhado e no caso do som permanecer o RN responde com o choro.
• Apresenta também sensibilidade ao som da voz humana, revelando preferência pela voz feminina. O recém nascido com 3 dias de vida, é capaz de identificar a voz da mãe entre a voz de outras mulheres.
Gosto/Paladar
• O recém nascido é capaz de distinguir diferentes sabores, mostrando isso com diferentes expressões faciais.
• Está estudado que às 15 semanas de gestação já tem paladar. Ao receber uma solução saborosa desencadeia nele fortes movimentos de sucção.
• Quando confrontado com um líquido azedo, o recém-nascido, apresenta uma expressão irritada, mas se o líquido for acre há uma contração dos lábios. Os recém nascidos demonstram preferir água adocicada do que água sem açúcar.
• Os sabores preferidos do recém-nascido são os doces, ajudando-o a permanecer no estado ideal de interação, encorajando-o a levar as mãos à boca.
É ainda na vida uterina que o Recém nascido tem a sua primeira experiência sensorial auditiva, sensivelmente a partir da 26ªsemana de gestação.
• Após este momento, o recém nascido tem a capacidade de reconhecer diferentes frequências sonoras.
• Sabe-se ainda que o bebé que tenha ouvido certas músicas ou sons durante a gestação, é capaz de reconhece-las depois do nascimento, transmitindo-lhes alguma tranquilidade. Do mesmo modo o bebé também fica mais calmo quando é colocado perto do coração da mãe, igualmente por ter sido um dos sons ao qual estava habituado e que marcaram a sua vida intra uterina.
• Assim que o bebé nasce, geralmente durante o primeiro minuto de vida, este adquire uma acuidade auditiva que é idêntica à do adulto, visto que o ouvido deixa de estar coberto por líquido amniótico.
• Os sons que são demasiado altos assustam o RN, ao qual ele responde com um aumento dos batimentos cardíacos, da frequência respiratória, movimentos da cabeça, a coloração do fáceis fica avermelhado e no caso do som permanecer o RN responde com o choro.
• Apresenta também sensibilidade ao som da voz humana, revelando preferência pela voz feminina. O recém nascido com 3 dias de vida, é capaz de identificar a voz da mãe entre a voz de outras mulheres.
Gosto/Paladar
• O recém nascido é capaz de distinguir diferentes sabores, mostrando isso com diferentes expressões faciais.
• Está estudado que às 15 semanas de gestação já tem paladar. Ao receber uma solução saborosa desencadeia nele fortes movimentos de sucção.
• Quando confrontado com um líquido azedo, o recém-nascido, apresenta uma expressão irritada, mas se o líquido for acre há uma contração dos lábios. Os recém nascidos demonstram preferir água adocicada do que água sem açúcar.
• Os sabores preferidos do recém-nascido são os doces, ajudando-o a permanecer no estado ideal de interação, encorajando-o a levar as mãos à boca.
(NOTA - Fique Atento, daremos continuidade à informação nos próximas atualizações do blog!)
sexta-feira, 16 de maio de 2014
FUNÇÕES SENSORIAIS/COMPETÊNCIAS DO RECÉM NASCIDO
Ainda
dentro do útero materno, o recém nascido já adquiriu competências que lhe
permitem interagir com a mãe, tais como: audição, visão, é sensível ao tacto e
move-se em sintonia com a mãe.
Estas
competências vão-lhe ser fundamentais para conseguir enfrentar a principal e,
mais importante mudança da sua vida, que é o nascimento. Assim, o recém nascido
é capaz de dar e receber informação através dos órgãos dos sentidos.
Iremos desenvolver as capacidades do recém nascido em relação à visão, audição, gosto/paladar, olfato, tacto, choro e sorriso.
Capacidade do recém nascido para receber informação
Visão
·
Desde o nascimento o recém nascido é dotado
de capacidades para dirigir a sua atenção para o rosto humano e interagir com
ele, apresentando contudo, uma reduzida acuidade visual.
·
Nas primeiras horas de vida, o campo de visão
do recém nascido permite-lhe perceber objetos a uma distância de cerca de 25 cm
o que corresponde a distância entre o bebé e a mãe durante a amamentação ou
quando o pai pega nele ao colo.”
·
Esta diminuição da acuidade visual deve-se,
sobretudo, à imaturidade e estrutura incompleta do olho ao nascimento.
·
O recém-nascido demonstra preferências
visuais por cores médias (amarelo, verde e rosa) a cores fortes (vermelho,
laranja e azul) ou cores escuras.
·
Também tem preferências por padrões preto e
branco principalmente formas geométricas.
·
Crê-se existir desde o nascimento uma orientação
preferencial do recém nascido pela configuração do rosto e olhar do adulto,
sugerindo que este é “programado” para dirigir a sua atenção e entrar em interação
com o mesmo.
(NOTA - Fique Atento, daremos continuidade à informação nos próximas atualizações do blog!)
terça-feira, 13 de maio de 2014
Dia 12 de Maio - Dia Internacional do Enfermeiro!
Partilhamos um vídeo da Ordem dos Enfermeiros:
http://youtu.be/I6BSddt5dcM
Deixamos aqui também, uma foto do cartão entregue aos nossos utentes no Centro Hospitalar de Setúbal, comemorativo de mais um Dia Internacional do Enfermeiro.
http://youtu.be/I6BSddt5dcM
Deixamos aqui também, uma foto do cartão entregue aos nossos utentes no Centro Hospitalar de Setúbal, comemorativo de mais um Dia Internacional do Enfermeiro.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
DESENVOLVIMENTO INFANTIL
O crescimento e o
desenvolvimento, geralmente referenciados como uma unidade, expressam a soma de
inúmeras alterações que ocorrem durante a vida de uma pessoa.
A personalidade e
o desenvolvimento intelectual evoluem da mesma forma que o crescimento
biológico. Muitos aspetos dependem previamente do crescimento e maturidade
físicos.
DESENVOLVIMENTO
PSICOSSEXUAL (FREUD)
Segundo Freud, encontra-se
na fase oral (do nascimento até a 1 ano de idade) pois a sua principal fonte de
prazer está centralizada nas atividades orais como chupar, morder, mastigar e
articular sons.
Quando colocada a
mama a criança demonstra prazer apresentando reflexos de sucção e deglutição
fortes. É importante que a mãe neste momento estabeleça agradáveis momentos de
vinculação com o bebé.
DESENVOLVIMENTO
PSICOSSOCIAL (ERIKSON)
Segundo
Erikson, encontra-se na fase de confiança versus desconfiança (do
nascimento até a 1 ano de idade). O primeiro e mais importante atributo a ser
desenvolvido para formar uma personalidade saudável é a confiança básica.
O bebé necessita
de um ambiente seguro e estável, para poder desenvolver o sentido de separação
e de individualidade.
O estabelecimento
da autoconfiança e da confiança nos prestadores de cuidados leva-o a tolerar a
separação e frustração.
Necessita de continuidade
nas rotinas diárias (banho, alimentação, dormir) para adquirir o sentido de
confiança. Aqui a mãe tem um papel bastante importante para o desenvolvimento
desta mesma confiança.
DESENVOLVIMENTO
COGNITIVO (PIAGET)
Segundo Piaget, encontra-se
no estadio sensório-motor (do nascimento aos 2 anos de idade). A sua capacidade
intelectual desenvolve-se através dos reflexos. Os bebés utilizam gestos,
expressões e sons para manifestar as suas emoções.
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Agradecimento do Afonso e dos seus Papás!
Olá Tias! Finalmente vos escrevemos...
Eu e os meus papás, queremos agradecer-vos por todo o carinho e atenção que tiveram ao cuidar de mim, naqueles que foram os 19 dias mais "longos" e mais importantes da minha vida! Graças ao vosso profissionalismo e dedicação, consegui superar todos os obstáculos, e hoje passados quase 4 meses, sou um bebé saudável e estou cada vez mais bonito!!!
Os meus pais são uns "babados" 
O vosso trabalho é de louvar e tem de ser dignificado, bem como a Unidade deveria ter outro reconhecimento! Um grande beijinho para todas as "Tias" e para todas as Auxiliares.
Aqui vos enviamos um miminho...
Muitos beijinhos*****
Afonso e papás.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Testemunho da Leonor - Uma bebé prematura
Foto da Leonor no Hospital, com a sua irmã
Há três anos fiz a viagem mais (in)tensa da minha vida. Ao fim de quase dois meses de internamento, a Leonor teve alta do hospital e veio para casa. A Leonor nasceu prematura, de 29 semanas, seis dias antes do Natal de 2010, depois de eu ter um descolamento parcial de placenta. Com os pulmões muito imaturos, a Leonor esteve com oxigénio durante todo o internamento.
Lembro-me de ver os bebés a chegarem à neonatologia e a terem alta e a Leonor lá continuava agarrada ao "vício" que lhe permitia respirar um pouco melhor. O apoio e disponibilidade que recebemos das enfermeiras, médicos e pessoal auxiliar foi essencial. Durante o internamento da Leonor, sabíamos que não estávamos em casa, mas sentíamos que havia sempre quem se preocupasse verdadeiramente com ela, que tratasse dela com carinho, com empenho. Num dia em que a mana Carolina, com 4 anos a foi visitar, uma das enfermeiras perguntou-lhe se queria pegar na Leonor ao colo. Os olhos da Carolina brilharam! Que responsabilidade!
A Leonor crescia aos poucos mas continuava na incubadora para ter o oxigénio mais concentrado.
Para quem, como nós, nunca teve qualquer contacto com este mundo novo, não foi fácil acreditar que tudo ficaria bem, que seria uma questão de tempo até que ela conseguisse respirar sem o auxílio do oxigénio.
No início de Fevereiro, os médicos começam a pensar na hipótese de lhe dar alta ainda dependente de oxigénio. Isto implicava que nós conseguíssemos tratar dela com um tubo agarrado ao nariz. Nenhum de nós tem qualquer formação na área da saúde e por isso era quase impensável trazer uma bebé para casa com necessidade de uma vigilância especial para garantir que o nível de oxigénio era o adequado. Quando a expectativa da alta se tornou mais forte, decidimos optar pelo aluguer e posterior compra de um oxímetro que nos permitisse medir os níveis de oxigénio no sangue ao longo das 24 horas do dia. Este aparelho fez com que nos sentíssemos mais seguros de que o oxigénio estava efectivamente nos níveis certos.
Do dia da alta, ficou-me na memória o olhar comovido das enfermeiras, o longo corredor do hospital, no caminho para a saída, o segurança que nos desejou o melhor do mundo, ao sairmos.
A viagem do hospital para casa foi relativamente curta, mas pareceu durar uma eternidade. O pai a conduzir, cuidadosamente, eu no banco de trás ao lado dela, sem tirar os olhos dos números que me indicavam que ela estava a respirar bem. À chegada a casa, o meu pai e a mana mais velha, com 4 anos esperavam ansiosamente a chegada da bebé.
Os primeiros tempos em casa não foram fáceis, mas rapidamente nos habituámos a tratar desta bebé especial com que fomos presenteados. Mais frágil do que a irmã, as bronqueolites, tosses e ranhoca têm-na acompanhado ao longo dos Invernos. Apesar de tudo, é rija, ultrapassa relativamente bem estes contratempos, nestes 3 anos, teve apenas um internamento, por precaução. Este último ano tem corrido melhor, parece que está a ficar mais resistente, está a crescer.
E hoje, olhando para ela, ninguém dirá que nasceu com 1300 kg, 6 meses e meio.
Foto Leonor com 3 Anos, com a sua irmã
Subscrever:
Mensagens (Atom)





